Drag queen alagoana aposta no pop nacional e faz ‘tremer’ com seu novo single

‘(Me Fazer) Tremer’ é a primeira faixa do EP de inéditas da cantora e chega às plataformas digitais nesta quinta -feira, 25 de novembro, às 20h.
Maju Shanii (Foto: Divulgação)

Quem acha que o pop brasileiro tá morto, enganou-se. Trazendo um ritmo contagiante e uma nova aposta para as pistas de dança, a cantora Maju Shanii inicia os trabalhos do seu EP de estreia com o novo single ‘(Me Fazer) Tremer’ nesta quinta-feira, 25 de novembro, a partir das 20h, em todas as plataformas musicais de streaming. O clipe vem logo em seguida, às 13h do dia 26, sexta-feira, no YouTube.

Inspirada na sonoridade de artistas como Beyoncé e Major Lazer, a nova aposta musical da cantora traz elementos do pop urbano com reggaeton.

“É uma faixa pop com uma pegada urbana e um instrumental bem envolvente, entregando um refrão super explosivo. Definitivamente é uma música para dançar e arrasar nas boates.”

define Shanii.

Com lançamento marcado para janeiro de 2022, a cantora não esconde a ansiedade em relação ao primeiro EP de inéditas. “’(Me Fazer) Tremer’ é o carro-chefe do  EP, então estou muito ansiosa para ver a reação das pessoas. Essa música é um pouco diferente de tudo que já fiz”, explica Maju.

A faixa tem composição da própria Maju Shanii com apoio de Rian Guimarães e ZENIC, este último também assume a produção musical da faixa. A mixagem e masterização ficou por conta de S4TAN.

“O processo de composição e produção foi muito orgânico. A letra fala sobre dominação, alguém que está disposto a encontrar um outro alguém para dominá-lo. É uma tentativa leve de falar sobre o assunto, mas pegajoso e pop ao mesmo tempo.”

comenta a artista.

Trazendo inspirações do universo dos fetiches sexuais junto com a estética afro urbana de forte identificação da drag queen, o clipe da música tem roteiro e direção geral assinados também pela alagoana. “A letra foi a grande inspiração para a concepção estética do videoclipe. A proposta foi trazer os fetiches do universo de Maju Shanii, colocando em cena elementos como roupas estampadas e coloridas, o toque animal print, como também penteados afros e glamourosos”, finaliza.

Para ouvir a música e assistir ao videoclipe, respectivamente, basta clicar nos links: https://onerpm.link/188814120914 e

https://youtu.be/sDNcexGqrx0

Maju Shanii (Foto: Divulgação)

Sobre MAJU SHANII

Iniciando a carreira musical em 2017, Maju Shanii encantou os amantes de música pop com o single ‘Salto 15’ pela originalidade e pelos elementos urbanos do hip hop e rap, hoje uma marca em suas produções. De lá pra cá, lançou faixas como ‘Pegar Fogo’, ‘Água na Boca’ e o hit em parceria com a rapper Danny Bond ’T.Q.R.’, que já soma mais de 110 mil streams somente em uma plataforma digital e mais de 68 mil visualizações no videoclipe. A cantora drag queen mostra que não veio para brincadeira e já conquistou feitos como entrada nas playlists oficias ‘Trap Brasil’ e ‘Lacradorxs’ do Spotify e ‘Hinos do Arco-Iris’do Deezer.

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Um dos grandes nomes do jornalismo, Marcos Uchoa relata sua trajetória: “acabei tendo uma carreira um pouco diferente. Comecei no esporte, mas fiz um pouco de tudo. Fui correspondente muito tempo fora: oito guerras, três tsunamis, G8, G20”. Tendo trabalhado na cobertura de dez olimpíadas e oito copas do mundo, fala de seu carinho pelo esporte e o que já viveu. Uchôa afirma ter se tornado próximo de nomes como Ronaldo Fenômeno, Guga e Ronaldinho Gaúcho. Sobre este último, responde se já foi às famosas comemorações do atleta. “As festas dele, não. As festas dele não podem ‘de menor’ e eu sou casado, bem casado, então evitava esse convite.”. 

Atuando sempre na televisão, conta que nunca trabalhou em jornal impresso e avalia: “repórter tem um lado de ator, uma narrativa para entregar com expressividade, de uma maneira que as pessoas prestem atenção.... Hoje acho que tem ‘vivo’ demais. Ao invés de ir no lugar, fazer a reportagem, falar com quem está sofrendo e passando por aquilo, você vê o repórter entrando ao vivo, falando, falando, e acho que isso não é legal. Torna o jornalismo mais vulnerável para ser atacado dizendo que é fake news”. E completa: “talvez a gente esteja exageradamente com essa coisa da mídia social, que é super importante, democrática, mas nada substitui o papel de você ir lá e checar se de fato a coisa aconteceu.”. 

Recordando um momento icônico do esporte, a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, comenta: “Estava lá. Lamentavelmente cercado de alemães. Eles não acreditavam e batiam no meu ombro consolando. Foram muito educados... 7 a 1 em casa é que nem um nocaute. Horrível demais. E me lembro depois da entrevista do Felipão dizendo que não mudaria nada. Como não mudaria nada? Quando você mudaria? 17 a 1 você mudaria? 70 a 1 você mudaria? Se 7 a 1 para você não é suficiente, não sei o que é.... Eu, de verdade, acho que o Brasil já tinha ido muito longe.... Aquele time não era bom. Tudo bem que a gente é patriota, mas era fraco. Só não precisava ter esculachado de 7 a 1.”.

A respeito das coberturas de guerra, recorda: “me lembro de um desses mísseis que caíram. Eu ouvi a explosão e fui ao chão. #marcosuchoa #danilogentili
Os 60 chegaram para @luizabrunetoficial . Ela completa essa idade nesse dia 24 de maio. #luizabrunet
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