Jose Santa Cruz completa 93 anos de idade

José Santa Cruz (Foto: Divulgação)

O ator, locutor, apresentador, radialista, comediante e um dos principais dubladores brasileiros, José Santa Cruz, celebrando hoje seu aniversário de 93 anos de vida.

José Santa Cruz Costa nasceu em Picuí, na Paraíba, no dia 14 de março de 1929. Morando em Campina Grande, o artista começou na Rádio Cariri, em 1948, onde trabalhou como locutor. José Santa Cruz é um dos artistas brasileiros mais antigos na ativa.

No rádio desde a década de 1940, ele atua no cinema e televisão, geralmente nos programas humorísticos, e também é um dos dubladores mais requisitados do país. No rádio, criou o personagem Bombinha, um garoto que caiu no gosto popular. Foi o menino Bombinha quem também o levou para a televisão, quando o programa passou a ser exibido pela TV Rádio Clube de Recife, em 1959 (José Santa Cruz já havia feito algumas apresentações na televisão, em 1956, quando fazia uma temporada no Rio de Janeiro, mas não tinha contrato fixo na época).

Sendo um dos artistas que inauguraram a emissora, também atuou em teleteatros, onde contracenou com nomes como Heloísa Helena, Arlete Salles e Lúcio Mauro. Outro personagem imortalizado pelo artista, é o Jojoca, personagem que o acompanhou ao longo de toda a sua carreira.

O artista que passou por grandes emissoras do país, tem em seu currículo, papéis no cinema, mas na dublagem, que entrou em 1973 na Herbert Richers, passou por todos os principais estúdios de dublagem do Rio de Janeiro. Ele dublou o ator Bernard Lee em vários filmes (redublagem) de 007, e também foi a voz de Danny DeVito, Peter Boyle (em O Jovem Frankenstein), Sean Connery (em Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões), Morgan Freeman (em Amistad) e de muitos outros atores. Em séries de TV, é conhecido por dublar o Sr. Omar em Todo Mundo Odeia o Chris (com o bordão trágico) e Dino da Silva Sauro (querida cheguei) em Família Dinossauro. Nos desenhos animados, é mais lembrado pela voz do Magneto em X-Men e X-Men Evolution, entre tantos outros.

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Um dos grandes nomes do jornalismo, Marcos Uchoa relata sua trajetória: “acabei tendo uma carreira um pouco diferente. Comecei no esporte, mas fiz um pouco de tudo. Fui correspondente muito tempo fora: oito guerras, três tsunamis, G8, G20”. Tendo trabalhado na cobertura de dez olimpíadas e oito copas do mundo, fala de seu carinho pelo esporte e o que já viveu. Uchôa afirma ter se tornado próximo de nomes como Ronaldo Fenômeno, Guga e Ronaldinho Gaúcho. Sobre este último, responde se já foi às famosas comemorações do atleta. “As festas dele, não. As festas dele não podem ‘de menor’ e eu sou casado, bem casado, então evitava esse convite.”. 

Atuando sempre na televisão, conta que nunca trabalhou em jornal impresso e avalia: “repórter tem um lado de ator, uma narrativa para entregar com expressividade, de uma maneira que as pessoas prestem atenção.... Hoje acho que tem ‘vivo’ demais. Ao invés de ir no lugar, fazer a reportagem, falar com quem está sofrendo e passando por aquilo, você vê o repórter entrando ao vivo, falando, falando, e acho que isso não é legal. Torna o jornalismo mais vulnerável para ser atacado dizendo que é fake news”. E completa: “talvez a gente esteja exageradamente com essa coisa da mídia social, que é super importante, democrática, mas nada substitui o papel de você ir lá e checar se de fato a coisa aconteceu.”. 

Recordando um momento icônico do esporte, a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, comenta: “Estava lá. Lamentavelmente cercado de alemães. Eles não acreditavam e batiam no meu ombro consolando. Foram muito educados... 7 a 1 em casa é que nem um nocaute. Horrível demais. E me lembro depois da entrevista do Felipão dizendo que não mudaria nada. Como não mudaria nada? Quando você mudaria? 17 a 1 você mudaria? 70 a 1 você mudaria? Se 7 a 1 para você não é suficiente, não sei o que é.... Eu, de verdade, acho que o Brasil já tinha ido muito longe.... Aquele time não era bom. Tudo bem que a gente é patriota, mas era fraco. Só não precisava ter esculachado de 7 a 1.”.

A respeito das coberturas de guerra, recorda: “me lembro de um desses mísseis que caíram. Eu ouvi a explosão e fui ao chão. #marcosuchoa #danilogentili
Os 60 chegaram para @luizabrunetoficial . Ela completa essa idade nesse dia 24 de maio. #luizabrunet
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