TEL promove live show solidária em prol de casa de acolhimento infantil

Evento "Sensações" trouxe Tiago Abravanel, Monique Alfradique e Kátia Barbosa

No último dia 7, a TEL realizou a live “Sensações – Comer, beber, ouvir e compartilhar”. O evento em formato de happy hour digital fez parte da programação do Conarec 2020 – congresso de inteligência relacional e de comportamento do consumidor.

A transmissão ao vivo, que durou 1h30, contou com a presença do cantor Tiago Abravanel, da chef Kátia Barbosa e da apresentadora Monique Alfradique. O saldo positivo da live foi sentido no volume de arrecadações para a LALEC – Lar Amor, Luz e Esperança da Criança.

Música animada, descontração e boa gastronomia fizeram parte da noite. Tiago Abravanel embalou o público com diversos hits da música nacional – intercalados com o passo da receita de medalhão de carne do sol com pirão de queijo – ensinada pela chef Kátia Barbosa, jurada de um reality da TV Brasileira. “Pensar em um evento solidário online como esse é reforçar as sensações humanas, que podem ser conectadas por meio do mundo digital, algo que percebemos de maneira expressiva no período de pandemia”, comenta o CEO da TEL, Gabriel Drummond.

As doações para a LALEC foram realizadas através do QR Code, presente na tela dos espectadores ao longo da live. “Mesmo depois da live solidária, as doações continuam chegando. Com o evento, nós quisemos manter o que foi aflorado na pandemia – os sentimentos de solidariedade e empatia”, ressalta Drummond. A instituição, localizada em São Paulo, oferece apoio às crianças em situação de vulnerabilidade social.

Pelo quinto ano consecutivo, a TEL esteve presente no CONAREC 2020. No meio digital, pensar em experiências humanas é algo somado à tecnologia. “2020 se desenrolou de uma maneira muito diferente da que imaginávamos no início do ano. Porém, é necessário utilizar os recursos tecnológicos em favor das trocas de experiências humanas”, finaliza Drummond.

Doações

É possível ajudar a LALEC de diferentes maneiras – desde a doação de itens a trabalho voluntário.

Acesse www.lalec.com.br e saiba como contribuir com a casa de acolhimento!

Foto Divulgação

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Um dos grandes nomes do jornalismo, Marcos Uchoa relata sua trajetória: “acabei tendo uma carreira um pouco diferente. Comecei no esporte, mas fiz um pouco de tudo. Fui correspondente muito tempo fora: oito guerras, três tsunamis, G8, G20”. Tendo trabalhado na cobertura de dez olimpíadas e oito copas do mundo, fala de seu carinho pelo esporte e o que já viveu. Uchôa afirma ter se tornado próximo de nomes como Ronaldo Fenômeno, Guga e Ronaldinho Gaúcho. Sobre este último, responde se já foi às famosas comemorações do atleta. “As festas dele, não. As festas dele não podem ‘de menor’ e eu sou casado, bem casado, então evitava esse convite.”. 

Atuando sempre na televisão, conta que nunca trabalhou em jornal impresso e avalia: “repórter tem um lado de ator, uma narrativa para entregar com expressividade, de uma maneira que as pessoas prestem atenção.... Hoje acho que tem ‘vivo’ demais. Ao invés de ir no lugar, fazer a reportagem, falar com quem está sofrendo e passando por aquilo, você vê o repórter entrando ao vivo, falando, falando, e acho que isso não é legal. Torna o jornalismo mais vulnerável para ser atacado dizendo que é fake news”. E completa: “talvez a gente esteja exageradamente com essa coisa da mídia social, que é super importante, democrática, mas nada substitui o papel de você ir lá e checar se de fato a coisa aconteceu.”. 

Recordando um momento icônico do esporte, a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1, comenta: “Estava lá. Lamentavelmente cercado de alemães. Eles não acreditavam e batiam no meu ombro consolando. Foram muito educados... 7 a 1 em casa é que nem um nocaute. Horrível demais. E me lembro depois da entrevista do Felipão dizendo que não mudaria nada. Como não mudaria nada? Quando você mudaria? 17 a 1 você mudaria? 70 a 1 você mudaria? Se 7 a 1 para você não é suficiente, não sei o que é.... Eu, de verdade, acho que o Brasil já tinha ido muito longe.... Aquele time não era bom. Tudo bem que a gente é patriota, mas era fraco. Só não precisava ter esculachado de 7 a 1.”.

A respeito das coberturas de guerra, recorda: “me lembro de um desses mísseis que caíram. Eu ouvi a explosão e fui ao chão. #marcosuchoa #danilogentili
Os 60 chegaram para @luizabrunetoficial . Ela completa essa idade nesse dia 24 de maio. #luizabrunet
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